quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Geração Coca-Cola.

Os jovens das últimas duas décadas, incluindo os atuais, são programados para receber e aceitar os valores impostos pela sociedade sem, no entanto, se posicionar diante dela. E ainda levantam-se questionamentos a respeito dos absurdos políticos cometidos em nosso país, das inversões de valores ocorridas nos últimos tempos e, enfim, de todas essas aberrações expostas diariamente pelos jornais, esquecendo-se de que a base do país, isto é, nossos jovens, encontram-se, em muitos momentos, à margem das decisões nacionais.
Como é possível dizer odiar política, economia, religião...? Não confunda desconhecer com odiar. Permita-se conhecer, analisar e buscar alternativas de solução para as falhas presentes nos mais diversos ramos formadores de seu país.
A partir do momento que se adquire conhecimento, adquire-se interesse, mesmo que esse seja negativo, o que nunca acontece é a imparcialidade completa diante de problemas visíveis aos seus olhos. E o normal de todo jovem seria buscar inovações e correr atrás para restaurar e restabelecer a ordem do país, buscando sempre seu crescimento e desenvolvimento.
No entanto, devido a “robotização” desses jovens, poucos são os que exercem influência, conhecendo e tendo a oportunidade de se posicionar diante de algum fato. Poucos são os que possuem alternativas e mais de um método a seguir e utilizar como seu.

Infelizmente, os índices de desinteresse e despreocupação elevam-se e o que surge, em contrapartida, são críticas e frases esdrúxulas como: “o Brasil nunca vai pra frente” ou “não tem jeito”. Poucos são os que se posicionam e estão a frente de decisões nacionais. São pouquíssimos os que se preocupam e se comprometem com o futuro da nação.

É muito mais cômodo aceitar o que é imposto, “engolir” o que é processado pelos formadores de opinião e manter-se estático diante de graves problemas, esperando sempre pelas soluções advindas de outrem.
Mas é muito válido e eficaz, lutar e ter “fome” de vitória, de conquistas. É muito mais natural e “saudável” para um jovem, dizer que almeja realizar mudanças e não que simplesmente espera por essas.
Não dá mais para permanecer estático diante dos lastimáveis erros e barbaridades, quer sejam na política, economia, segurança ou nas relações pessoais, ocorridos mundo afora. Tem que começar por nós, jovens, a mudança e a fixação dessa na nossa sociedade.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Evangelize.

Enquanto muitos se preocupam apenas com a matéria, poucos são os que vangloriam e reconhecem o devido valor Daquele que nos criou e nos deu vida. O mundo capitalista, no qual estamos inseridos, nos impulsiona a acreditar que ter fé e clamar pelo Santo nome em momentos de dificuldade ou de agradecimentos, é algo "cafona" ou de desmerecido valor. Muitos são os que se sentem envergonhados ao tocar no nome Dele, esquecendo-se, no entanto, que ele nunca se envergonha por nossos atos errados e "nojentos" que aqui na Terra cometemos. Ao contrário, sempre está ao nosso lado, nos guiando e nos levantando a cada queda e a cada erro. E se amar o Pai, nosso criador, é ser "cafona"; se evangelizar, divulgando sua palavra e seus feitos, é querer ser alvo de "chacota", lhes digo: sou cafona e podem rir de mim até cessarem suas forças, pois sei que não há amor maior, nem perdão mais verdadeiro que o Dele e muito menos amigo mais presente que Deus.
O grande problema da sociedade do século vigente é o excesso de confiança que o homem adquiriu em si mesmo. O homem chegou ao ponto de acreditar ser a base de toda e qualquer felicidade, duvidando de qualquer religião e do próprio Criador. Cartões de crédito, shoppings, mercadorias, grifes: tornaram-se o "paraíso" terrestre e comprar é a (falsa) "salvação" humana, essa é a atual realidade. E enquanto existirem pessoas fracas que se deixam levar por propagandas fúteis e falsas idéias de felicidade, esse quadro não vai mudar, e cada vez mais religiões serão substituídas, erroneamente, por bens materiais. E podem criticar tudo o que foi acima levantado, pois repito: chamem-me de cafona e do que quiserem, porque um dia perceber-se-á que amar a Ele é muito melhor e mais benéfico que curtos momentos de prazer terrestre.
Não desisto de tocar no Seu nome e enquanto aqui estiver falarei de Deus, alimentando minha fé, e criando forças através do amor incondicional que Ele teve/tem por nós. Um dia os que se sentem fracos e desiludidos, religiosamente falando, hão de perceber Sua existência e acreditar nesse Deus-amor, o qual aprendi a acreditar e a amar a partir do momento que deixei-me guiar por Sua luz, e abri minha alma para nela Ele habitar.

Deus nunca se envergonha por seus atos, ele está sempre a espera do seu pedido de perdão para, com sua mão paterna, lhe guiar e lhe amparar em todos os momentos de sua vida. O mínimo que você pode e deve fazer, como filho e bom cristão, é seguí-lo e amá-lo sem receio.