Os jovens das últimas duas décadas, incluindo os atuais, são programados para receber e aceitar os valores impostos pela sociedade sem, no entanto, se posicionar diante dela. E ainda levantam-se questionamentos a respeito dos absurdos políticos cometidos em nosso país, das inversões de valores ocorridas nos últimos tempos e, enfim, de todas essas aberrações expostas diariamente pelos jornais, esquecendo-se de que a base do país, isto é, nossos jovens, encontram-se, em muitos momentos, à margem das decisões nacionais.
Como é possível dizer odiar política, economia, religião...? Não confunda desconhecer com odiar. Permita-se conhecer, analisar e buscar alternativas de solução para as falhas presentes nos mais diversos ramos formadores de seu país.
A partir do momento que se adquire conhecimento, adquire-se interesse, mesmo que esse seja negativo, o que nunca acontece é a imparcialidade completa diante de problemas visíveis aos seus olhos. E o normal de todo jovem seria buscar inovações e correr atrás para restaurar e restabelecer a ordem do país, buscando sempre seu crescimento e desenvolvimento.
No entanto, devido a “robotização” desses jovens, poucos são os que exercem influência, conhecendo e tendo a oportunidade de se posicionar diante de algum fato. Poucos são os que possuem alternativas e mais de um método a seguir e utilizar como seu.
Infelizmente, os índices de desinteresse e despreocupação elevam-se e o que surge, em contrapartida, são críticas e frases esdrúxulas como: “o Brasil nunca vai pra frente” ou “não tem jeito”. Poucos são os que se posicionam e estão a frente de decisões nacionais. São pouquíssimos os que se preocupam e se comprometem com o futuro da nação.
É muito mais cômodo aceitar o que é imposto, “engolir” o que é processado pelos formadores de opinião e manter-se estático diante de graves problemas, esperando sempre pelas soluções advindas de outrem.
Mas é muito válido e eficaz, lutar e ter “fome” de vitória, de conquistas. É muito mais natural e “saudável” para um jovem, dizer que almeja realizar mudanças e não que simplesmente espera por essas.
Não dá mais para permanecer estático diante dos lastimáveis erros e barbaridades, quer sejam na política, economia, segurança ou nas relações pessoais, ocorridos mundo afora. Tem que começar por nós, jovens, a mudança e a fixação dessa na nossa sociedade.
Como é possível dizer odiar política, economia, religião...? Não confunda desconhecer com odiar. Permita-se conhecer, analisar e buscar alternativas de solução para as falhas presentes nos mais diversos ramos formadores de seu país.
A partir do momento que se adquire conhecimento, adquire-se interesse, mesmo que esse seja negativo, o que nunca acontece é a imparcialidade completa diante de problemas visíveis aos seus olhos. E o normal de todo jovem seria buscar inovações e correr atrás para restaurar e restabelecer a ordem do país, buscando sempre seu crescimento e desenvolvimento.
No entanto, devido a “robotização” desses jovens, poucos são os que exercem influência, conhecendo e tendo a oportunidade de se posicionar diante de algum fato. Poucos são os que possuem alternativas e mais de um método a seguir e utilizar como seu.
Infelizmente, os índices de desinteresse e despreocupação elevam-se e o que surge, em contrapartida, são críticas e frases esdrúxulas como: “o Brasil nunca vai pra frente” ou “não tem jeito”. Poucos são os que se posicionam e estão a frente de decisões nacionais. São pouquíssimos os que se preocupam e se comprometem com o futuro da nação.
É muito mais cômodo aceitar o que é imposto, “engolir” o que é processado pelos formadores de opinião e manter-se estático diante de graves problemas, esperando sempre pelas soluções advindas de outrem.
Mas é muito válido e eficaz, lutar e ter “fome” de vitória, de conquistas. É muito mais natural e “saudável” para um jovem, dizer que almeja realizar mudanças e não que simplesmente espera por essas.
Não dá mais para permanecer estático diante dos lastimáveis erros e barbaridades, quer sejam na política, economia, segurança ou nas relações pessoais, ocorridos mundo afora. Tem que começar por nós, jovens, a mudança e a fixação dessa na nossa sociedade.